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Potássio

VL Holding conclui aquisição da mina de potássio Taquari-Vassouras
Com o negócio, realizado por meio da VL Mineração, a VL Holding amplia sua presença estratégica na cadeia de insumos agrícolas, com foco em ganhos de produtividade, segurança logística e autonomia na oferta de potássio.
3 de novembro, 2025
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A Mosaic vende sua única mina de potássio em operação no Brasil, Taquari-Vassouras, para a VL Mineração por até US$ 27 milhões, com a expectativa de conclusão da transação até o final de 2025.


Projeto de Lei nº 3095/22 altera a composição da mistura química usada na fabricação de fertilizantes

Empresa espera a liberação da Licença de Instalação, além do término da consulta ao povo indígena Mura de Autazes e Careiro da Várzea.

Produção nacional hoje representa 30 mil empregos e investimentos na casa dos U$ 6,5 bilhões em ativos de produção nos últimos 7/8 anos.

As partes assinaram contratos para a comercialização de 500 mil toneladas de potássio por ano.

O ativo é composto por 34 títulos minerários de sais de potássio localizados na Bacia do Amazonas.

O projeto é composto por 34 títulos minerários de sais de potássio localizados na Bacia do Amazonas e outorgados pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

O plano da mineradora era iniciar o projeto em 2027, mas as condições do mercado, no entanto, fizeram a BHP rever a primeira produção do Estágio 1 em 2026.

A expectativa é que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) conceda a licença ainda em 2022.

Segundo deputado, essa nova modalidade poderá ser capaz de produzir potássio com grau de pureza de 99%.

A empresa ponderou uma decisão final sobre o ativo por pelo menos oito anos, durante os quais gastou cerca de US$ 4,5 bilhões.

Segundo professor, o futuro também passa pelo desenvolvimento de processos para melhor aproveitamento dos fertilizantes potássicos de rochas silicáticas.

Participaram do encontro o novo Ministro da Agricultura, Marcos Montes, e três representantes do SGB-CPRM.

O foco principal é o aproveitamento do grande potencial de Potássio representado pela ocorrência de siltito glauconítico, com 10% de K2O.

Encontro discutiu a questão da dependência que o Brasil tem do exterior de matérias primas para fertilizantes e a viabilidade das metas do PNF.

De acordo com a entidade, especialistas de vários setores afirmam não ser necessário ocupar terras indígenas para aumentar a produção de potássio no Brasil.

A dependência pode cair de 97% para 48% até 2050, considerando a única mina em operação em Sergipe, mais os projetos e estudos na Bacia do Amazonas.

O texto controverso ainda não avançou e levanta dúvidas de especialistas sobre a viabilidade econômica.

O potássio bielorrusso, que representa 20% do mercado brasileiro, é agora impossível de ser entregue aos consumidores brasileiros.

A entidade menciona que, segundo levantamento da CNA, os preços pagos pelo agronegócio brasileiro aumentaram até 5,8% em apenas uma semana.

O Brasil é o segundo maior importador de potássio no mundo, com 11 milhões de toneladas/ano, passa a depender exclusivamente das importações do Canadá.

A empresa Potássio do Brasil pretende implantar no Amazonas projeto para produzir 2,4 milhões de toneladas ano da matéria prima para fertilizantes.

SGB-CPRM identificou potássio na Bacia do Amazonas que amplia em 70% a potencialidade sobre depósitos de sais de potássio.

Capacidade será de 650 mil toneladas de ureia, 450 mil toneladas de amônia e 320 mil toneladas de sulfato de amônio anuais.











