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Amazônia

Fundo Hydro vai destinar mais R$ 40 milhões à Amazônia até 2029
Até 2029, o Fundo deve alocar mais R$ 40 milhões, totalizando R$ 100 milhões em dez anos.
19 de janeiro, 2026
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Evento teve como meta central a construção de um novo paradigma produtivo para a região, conciliando crescimento econômico, conservação da biodiversidade, desmatamento zero e redução das desigualdades sociais.

Com essa aprovação, a alíquota nominal do imposto de renda corporativo aplicável à TZ será reduzida de 34% para aproximadamente 15,25% por um período de dez anos.

Três novos parceiros, Belterra Agroflorestas, Mitsui & Co. e Fundação Mitsui, juntam-se ao programa Corredor, iniciativa liderada pela Hydro e Mercedes-Benz, para promover o desenvolvimento sustentável e social na Amazônia, de Paragominas a Barcarena.

Evento teve como tema principal “Rumo à COP: Governança e Sustentabilidade na Amazônia” e que reuniu representantes das principais companhias mineradoras que atuam no estado do Pará, autoridades nacionais, estaduais e municipais, membros da Academia e especialistas.



A Coalizão Verde é uma aliança internacional pioneira voltada para promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia

Estudo identificou e mapeou o patrimônio geológico e arqueológico de São Gabriel da Cachoeira

Cálculo foi feito em estudo do Instituto Escolhas ‘Abrindo o livro caixa do garimpo’,

A proposta proíbe a lavra de recursos minerais e o aproveitamento do potencial energético de recursos hídricos em terras indígenas

MPF) do Pará recomendou que o governo do estado anule uma norma que delegou aos municípios o poder de realizar o licenciamento ambiental de garimpos no estado. O Pará é o único estado da Amazônia onde isso ocorre.

Cimi afirma que a proteção ao povo Yanomami só será efetiva com o desmonte da cadeia de garimpo e apuração dos crimes

A decisão atende solicitação do Partido Verde.

Do total, cerca de 95% das áreas de garimpo ilegal estão concentradas nas terras indígenas Kayapó, Munduruku e Yanomami.

No texto, há a determinação de que os recursos naturais de terras indígenas só podem ser explorados mediante a aprovação do Congresso Nacional e das comunidades afetadas.

Foi o que defenderam dirigentes das principais mineradoras que atuam na região, durante painel realizado na Exposibram 2022.

Segundo o Instituto Escolhas, o Brasil produziu 47,9 toneladas de ouro com indícios de ilegalidade em 2021 – 54% da produção nacional.

Foi o que afirmou o diretor-presidente do IBRAM, Raul Jungmann, no debate “Mineração na Amazônia: Desafios do Desenvolvimento Sustentável”.

O papa está preocupado com o desmatamento, ameaças às culturas indígenas e poluição dos rios com mercúrio usado por garimpeiros na Amazônia.

Segundo senador, a Frente irá apoiar a realização de estudos na área, para que o subsolo brasileiro seja avaliado de forma cirúrgica.

O mapa aponta áreas mais favoráveis para a exploração mineral, a partir do processamento de dados geológicos, geoquímicos e geofísicos.

No evento, o diretor-presidente Esteves Colnago destacou a missão da empresa em gerar e disseminar o conhecimento geocientífico.

Entre os temas, destacam-se: Potencial de Minerais Estratégicos, Agro minerais, Verticalização da cadeia produtiva, mineração em terra indígena, entre outros.

A mineração sempre foi considerada atividade predatória, mas tem densidade econômica, cria condições para melhorar o IDH da região.


























